RASCUNHO DE CADERNO
Meu choro é silencioso. Sem lágrimas ou soluços. Meu choro é doloroso, vem de dentro. Quando choro, é a minha alma que grita e não os meus olhos.
Querido John. (via romantizar)
Disse que ia dormir. Fui para a cama com um punhado de livros, uma xícara de chá, e alguns cigarros. Eu queria alguém ali que pudesse ler para mim, alguém que dividisse o chá comigo, ou alguém para me dizer. “Não fume.” Me acostumei com aquelas noites. Com a falta daquele alguém. Alguns vazios tornam-se parte de nós.
Orquestrando.    (via inverbos)
Eu não entendo, apenas sinto. Tenho medo de um dia entender, e deixar de sentir.
 Caio Fernando de Abreu.  (via evidence-s)
Não importa se teu mundo tá caindo aos pedaços. Quando você começa a ter mais fé, de alguma maneira linda a vida dá um jeito de ficar melhor.
Morangos Mofados.  (via unbekannten)
Não se permita entristecer, por nada, nem ninguém.
Caio Fernando Abreu 
(via romantizar)
Uma dose de amnésia, e duas de desapego, por favor.
Desconhecido.    (via romantizar)
Apesar dos ventos não serem favoráveis, eu coloco meu barquinho no mar. Eu coloco e vou seguindo, vencendo ondas, vencendo rochedos, vencendo abismos. Vou com meu barquinho pelas tempestades e sei que encontrarei um porto sereno com seu sorriso na praia a me esperar.
Caio Augusto Leite.  (via romantizar)